Oi, anjos e anjas!
Estamos realmente chegando ao final! As emoções estão a flor da pele. Já estou morrendo de saudades deles. Espero que gostem do capítulo. Não esqueçam de comentar. Vai me ajudar muito.
Beijos!
O fim de semana chegou. Drew
levou Nana até a Grand Central, ela não quis ir de avião até Boston. O percurso
é muito lindo, vale a pena e não é tão cansativo. Lembro muito bem de quando me
mudei para Nova York, aquela paisagem me trouxe tranquilidade e esperança.
Quanto às mensagens, continuam
vindo. Cada vez mais irritadas. Mas ameaçadoras. A polícia não consegue
rastrear. Isso tem deixado Drew extremamente irritado. Os meninos estão muito agitados,
precisam correr, brincar ao ar livre. Mas não podemos deixar que saiam do
prédio. No máximo, vão até a brinquedoteca do prédio. Onde estão agora com
Sabrina.
Estou tentando me aproximar de
Molly, mas ela está se fazendo de difícil, sempre que me aproximo dela, ela se
afasta. Não sei se ela não quer dar o braço a torcer e admitir que errou comigo
ou se continua a acreditar que não sou boa para o filho e os netos. Dave estava
ao meu lado, e tentava convencer a mulher a mudar de ideia, mas ela não dá
sinal de mudança de pensamento.
— Molly, podemos conversar? –
Ela estava indo para a sala de TV e eu vindo do escritório
— Agora estou ocupada.
— Por favor! Vamos tentar nos
acertar por Drew e pelos anjinhos.
— Acho que podemos conversar
um pouco.
Então entramos na sala de TV
para conversarmos. Sentamos no sofá. Eu sou a primeira a falar.
— Sei que você tem ressalvas
sobre mim e minha relação com seu filho.
— Não é isso.
— Vamos aproveitar esse
momento para sermos sinceras? – Ela acena com a cabeça. – Como estava dizendo.
Se alguém fizesse com Bennie o que eu fiz, também teria.
— Então você me entende.
— Claro que sim. Eu sei que o
que eu fiz não foi o mais correto. Mas depois do que ele me escreveu e como me
tratou quando retornei para a A4, tinha certeza que, o que tivemos, havia
acabado. Que eu tinha destruído tudo. Que ele não sentia mais nada por mim.
Afinal, não estávamos juntos a muito tempo. Pensei que fosse só uma paixão, que
se tornara passageira depois de tudo. Não tinha outra opção, era o que acreditava.
Se pudesse tinha ficado em minha cidade. Mas corríamos risco de vida, nós três.
— O que você fez foi
imperdoável. Você privou meu filho de momentos importantes na relação pai e
filho. Outro homem vivenciou experiências que era de meu filho. Coisas que ele
nunca mais vai viver.
— Eu sei. E me condeno
diariamente por isso. Não preciso de você para me mostrar. Você diz que o que
eu fiz foi imperdoável. Mas Drew me perdoou. Agora estamos vivendo sob ameaças
de um lunático que não sabemos quem é porque resolvi apresentar meus filhos ao
pai. Um lunático que pensa igual a você. – Paro de falar – Será?! Não! Não
pode ser!” — Meus filhos que corriam livremente no jardim de nossa casa,
nas praias de Maui, ficam presos dentro de um apartamento que tem a metade da
metragem de nosso jardim. Acha que gosto disso? Acha que não queria pegá-los e
levá-los para longe?
— E afastar novamente os
filhos do pai? É por isso que não acho que seja boa para os três. Deveria
realmente fazer o que essa pessoa está exigindo.
— E fazer Drew sofrer? Fazer
meus filhos sofrerem? E você diz que EU não sou boa mãe?
— Uma boa mãe se sacrificaria
pela segurança dos filhos.
— Eu fiz, lembra? E quase
morri. E meus filhos ficaram doentes e o seu sofreu por ver os filhos doentes,
por estar longe de mim. Que bem isso trouxe?
— Com o tempo se acostumariam.
— Você se acostumou a viver
sem Angela? – Estou começando a me exaltar
— Isso é golpe baixo. Minha
filha foi tirada de mim. -Sei que não foi certo, mas...
— E o que estão querendo
fazer? Não estão querendo tirar meus filhos de mim? Me tirar o homem que amo?
Me tirar da vida deles?
— Não compare. Minha dor...
— Sua dor é sua dor. Não tenho
como medir muito menos comparar. Assim como você nunca terá ideia da dor que
senti quando li o bilhete de Drew, quando decidi me afastar de todos, e da dor
que estou sentindo agora. Não a minimize. Apenas aceite que seu filho comigo e
nossos filhos está muito mais feliz. – O telefone dela bipa.
— Preciso responder isso. Com
licença.
— Pode responder aqui, preciso
ver o almoço com Gwen. – E saio da sala e vou para a cozinha. — Essa mulher é
impressionante! – Vou falando alto sem perceber — Como ela tem a audácia de
dizer que minha dor é menor do que a dela.
— O que foi, senhorita?
— Nada não, Gwen. Vamos ver o
almoço?
— Pensei em fazer um Salmão
Teriaky e feijão verde. Drew gosta muito.
— Tem salmão suficiente para
fazer dois pratos diferentes?
—Tem sim. Por quê?
— To querendo fazer algo para
os meninos para os lembrar de Maui.
— Adoraria aprender as comidas
havaianas.
— Então faremos hoje um poke
havaiano de salmão. Vamos preparar o salmão e o feijão de Drew, e depois
faremos o poke.
Então começamos a fazer o
almoço. Sabrina sobe com os meninos. Peço que os leve para o banho, e depois os
levasse para ficar com os avós. Continuo com Gwen fazendo o almoço.
— Vamos para o poke? – Ela
concorda com a cabeça. – Vamos precisar salmão, claro, shimeji, cenoura ralada,
pepino, cebola roxa, folhas de couve, gergelim, – enquanto vou dizendo a lista,
ela vai pegando e colocando na bancada, e eu vou lavando o arroz japonês. –
cebolinha, gengibre, shoyu, vinagre de arroz, sal, açúcar, azeite, manteiga e
cream cheese.
— Está tudo aqui. E agora?
— Você corta a couve bem
fininhas, coloca na assadeira joga um pouco de azeite e sal e leva para assar.
– E assim vamos fazendo o poke havaiano.
— Cheguei. – Ele anuncia ao
entrar no apartamento.
— Na cozinha.
— O que você está fazendo aí?
— O almoço dos meninos.
— Você está em pé? Se cansando
e fazendo esforço! – Ele reclama antes de chegar à cozinha
— Não estou em pé. Estou
fazendo tudo sentada.
— Mesmo assim.
— Queria fazer algo para os
meninos almoçarem. Algo que lembrasse a terra deles.
— O que é?
— Poke de salmão.
— Oba! Amei quando você fez
lá.
— Gwen fez Salmão Teriaky para
você.
— Vocês duas na cozinha
juntas, fazendo a refeição: nunca mais. Vão acabar comigo. – Ele vem até a mim
e me dá um beijo. – Onde estão os meninos?
— Devem estar com seus pais. –
Ele sai – Gwen, temos ingredientes para fazer um piquenique?
— Temos sim.
— Vou propor a Drew irmos ao
parque com os meninos mais tarde. Com ele, não corremos perigo. – Ela concorda
Quando terminamos, subo para
tomar um banho, enquanto Gwen arruma o almoço para ser servido. Tudo pronto,
sentamos todos à mesa.
— Olha o que mamãe e Gwen
fizemos para vocês!
— Oba! – Eles gritam
— Delícia! – Dessa vez é Drew
quem fala.
— O que é isso? – Molly
pergunta
— Poke de salmão.
— Esse salmão está cozido, né?
— Claro que não!
— Você não vai dar peixe cru
para meus netos.
— Molly! Mãe! – Meu sogro e
Drew lhe chamam a atenção.
— Vou. Eles estão acostumado e
amam.
— Mas não vão mesmo. Sabrina
retire esses pratos da mesinha deles.
— Desculpe, mas quem diz o que
meus filhos vão ou não comer sou eu ou o pai deles.
— Enquanto eu estiver aqui,
eles comerão comida de verdade.
— Então, minha mãe, acho que
podemos comprar sua passagem para hoje mesmo.
— Drew! – Ela se surpreende
— Eu lhe avisei. Ou respeita
as decisões de Emm com relação aos meninos ou volta para Pensacola. Você
decide. Sirva os meninos. Prepararam um para mim também né?
— Para nós dois, Anjo.
— Ótimo! Vamos comer. – E ele
passou o restante do almoço ignorando a mãe.
Não pense você que ele ficou
só no poke, ele também comeu o outro prato. Até porque poke dele era um pouco
maior que o dos meninos. Já perto de terminarmos de comer, resolvi tentar
amenizar o clima na mesa.
— Estava pensando em irmos, os
seis fazer um piquenique no Central Park hoje e liberarmos Sabrina mais cedo
para a folga dela de amanhã. O que acham?
— Gostei da ideia, minha nora.
— Prefiro ficar em casa. –
Molly responde.
— Você vai.
— Não sou um dos meninos para
falar comigo nesse tom, Dave.
— Está pior do que eles. Nós
vamos e teremos uma tarde maravilhosa em família. Vamos chamar Artie, Ash e as
crianças também. Fim de conversa.
— Ótima ideia, papai!
Molly solta um muxoxo e vira
os olhos. Acho que a tarde será complicada. Depois do almoço peço a Gwen que
prepare duas cestas para o piquenique, uma para as crianças e outra para os
adultos. Sabrina leva os meninos para dormir e vou para o quarto descansar.
Drew entra logo depois de mim.
— Ei, vai pedir desculpas a
sua mãe, por favor.
— Não. Ela passou dos limites
hoje, não acha?
— Amor, não adianta entrar num
cabo de guerra com ela. Você se machucará e ela também.
— Não me importo. Ela precisa
respeitar você como mãe dos meninos. Sei que meu pai irá colocar senso em sua
cabeça. – E deita-se na cama – Vem, deita aqui. – Deito-me ao seu lado e
entramos em nossa bolha de paz.
Por volta das três horas
começamos a nos arrumar para o piquenique. Ajudei a Sabrina vestir os meninos.
Bennie com um conjunto de calça azul marinho e duas carinhas de urso bordadas
nas perninhas e camisa de manga comprida listrada em branco e azul marinho com
a carinha do urso formando um bolso. Já Trixie usava um conjuntinho igual,
sendo em cinza e lilás, com um coelhinho no lugar do urso e para completar o
visual um gorrinho nas mesmas cores e tênis branco nos dois. Assim estariam
protegidos do frio do final do outono em Nova York. Quando entrei no quarto
Drew estava terminando de se vesti. Parei na porta do quarto quando o vi.
— O que foi?
— Ah!? Hmm, nada! Você já está
pronto?
— Quase só falta pegar o
sobretudo. Que cara é essa? – Me aproximo dele
— Como pode você ficar ainda
mais lindo que já é? – E envolvo seu pescoço com meus braços. Ele me abraça de
volta
— São seus olhos! – E me beija
rapidamente – Muito clichê! – E sorrimos. – Agora vá se arrumar. – Me dá um
leve tapa na bumda
Entro no closet e escolho uma
calça jeans clara e justa, uma blusa de linha branca e cinza, peguei um moletom
aberto verde água, uma sapatilha na mesma tonalidade e um cachecol branco e
verde água. Quando saio, ele faz a mesma cara.
— Agora você me responde: Como
você pode ficar ainda mais linda? – Me abraçando
— São seus olhos! – e
novamente abraço seu pescoço. E nos beijamos.
Descemos as escadas e os
meninos estão com os avós nos esperando.
— Então mãe, já... –
— Já estão prontos? – eu corto
sua fala, sei o que ele iria perguntar. – Não quero estragar a tarde, por favor
– sussurro para ele.
— Isso, já estamos todos
prontos?
— Estamos sim. – Dave
responde. — Vamos.
Eu e Molly ficamos com os
meninos e os rapazes com as cestas. O fim de tarde foi maravilhoso. Artie e Ash
não puderam ir, tinham um compromisso. Os meninos corriam soltos pela grama do
parque, Drew e Dave correndo atrás dos dois. Eu tirando fotos. E Molly, meio
emburrada. Mas aos poucos ela foi abrindo a guarda e acabou brincando com os
meninos. Drew vem e senta-se ao meu lado.
— Você está vendo? Eles se
fazem bem. Para de forçar com sua mãe.
— Eu não entendo como você
pode ser tão complacente com as atitudes dela.
— Não sou complacente. Só não
quero que eles saiam da vida de nossos filhos. Só isso.
— Mesmo ela passando por cima
de você.
— Agora ela só tenta. Você
está ao meu lado, antes de irmos para Maui, era muito pior. Você via e ficava
calado. Ela agora sabe que estamos juntos. Deixa ela.
— Vou tentar. – E joga uma das
pernas para debaixo da mesa e me puxa para perto dele e ficamos assim abraçados
vendo nossos filhos brincando com os avós.
O domingo foi tranquilo,
ficamos em casa, curtindo filmes, músicas e jogando. Dave nos comunica que já
estavam a muito tempo fora de casa e haviam decidido voltar para a Florida na
próxima semana.
Na terça-feira me encontro com
Lisa para discutirmos a decoração da casa. Para a sala de visita, decidimos dar
aquele mesmo toque que demos em minha sala na A4, um urbano chique, para a cozinha
um toque industrial, com tons de preto, branco e cinza. Já a sala de
jantar/família queria algo bem pessoal, com significado para os meninos, então
decidimos por um tema havaiano discreto, em tons de marrom e leves toques de
cor.
No meu quarto, queria um
refúgio. Tons claros, que me transmitissem paz e calma. Quartos dos meninos,
esses que queria que tivesse elementos das ilhas havaianas, que lembrassem a
eles de onde viam. Bem como no porão, como seria uma área conjunta, onde os meninos
poderiam brincar e nos reunir com a família e os amigos, pedi que tivesse uma
vibe havaiana, também. Nada exagerado. E na área externa dos fundos, pedi que
houvesse um parquinho para meus amores e precisariam correr para deixar essa
parte pronta antes do inverno. Se não me mudo sem o paisagismo pronto.
Quando terminamos de discutir
a decoração, ficamos conversando. Sabrina estava na brinquedoteca com as
crianças para que eu e Lisa pudéssemos conversar com tranquilidade. Estamos
numa conversa animada sobre o Havaí, quando Gwen entra na sala.
— Senhorita.
— Sim, Gwen?
— Sabrina está perguntando se
alguém desceu e pegou Bennie.
— Não. Que eu saiba não. Onde
estão Molly e Dave?
— Acredito que na varanda. Vou
verificar.
Pego o telefone e ligo para
Sabrina: — O que foi que aconteceu?
— Trixie saiu correndo e eu
fui atrás dela, quando voltei Bennie não estava aqui. Já procurei por toda a
brinquedoteca e nada.
— Senhorita, ele não está com
os avós.
— Deus! Onde está meu filho?!
Sabrina procure na recepção do prédio. – Estou beirando o desespero.
— O que aconteceu, Emily? –
Molly me pergunta.
— Bennie sumiu. Preciso ligar
para Drew.
— Calma, filha. Ele não pode
ter saído do prédio. Vou ajudar Sabrina a procurar lá embaixo. Molly fica com
ela e não liguem ainda para Drew.
O bipe de mensagem soa e o
telefone vibra.
“Acha
que não os levando para fora estão seguros?”
— Pegaram meu filho! Pegaram
meu filho, Molly! – Começo a gritar e chorar.
— Emm, o que foi? – Entrego
meu telefone para ela lê a mensagem. Vejo o horror em seu rosto – Não! Não
podia ir... – Ela se cala.
— Não podia o quê? – Pergunto
— Nada. – Ela sai da sala.
Ligo para Drew: — Onde você
está?
— Estou chegando na
Lexington. Por quê?
— Pegaram Bennie. Pegaram
Bennie dentro da brinquedoteca. – Estou gritando desesperada.
— Estou chegando. Liga para a
polícia agora.
Desligo e ligo para o amigo de
Derek: — Rydan, Emily.
— O que aconteceu?
— Pegaram meu filho. Dentro do
prédio. Pegaram meu filho.
— Estou indo para aí com uma
viatura. Procura ficar calma. Encontraremos ele. – E desliga o telefone.
“É muito fácil pedir para
ficar calma, não é o filho deles! É meu pequeno anjo”. Jogo
o telefone no sofá e me jogo nele. Recosto e agarro meus joelhos e começo a
chorar. “Deus quando pararei de ser punida? Não permita que nada aconteça
com meu pequeno Bennie”. Drew entra com Sabrina, o pai e Trixie.
— Leve Trixie para o quarto. –
Ordena. Tem ódio na voz dele
— Meu filho, ela não teve
culpa.
— A única obrigação dela é
cuidar de meus filhos. E o que aconteceu? Ela permitiu que levassem Bennie.
Emily! – Ele se aproxima de mim.
— Cadê meu Bennie? – O abraço
— Vamos encontrá-lo. Por que
Sabrina estava sozinha?
— Ela sempre desce só.
Confiava na segurança do prédio.
— Filho, fica calmo, fazer
essas cobranças não ajudarão em nada.
— Pai, o senhor sabe o que é
perder um filho. Cadê minha mãe?
— Não sei. Estava aqui. Leu a
mensagem, disse algo que não entendi e saiu. Bennie, meu filho cadê você?
— Ela disse o quê? – Drew me
pergunta
— “Não podia ir...” – Respondo,
entre soluços.
— Emm, ela disse o quê? – Ele
grita
— Disse: “Não podia ir...”, já
disse. – Também grito.
— Drew, presta atenção! – Dave
fala
— Anjo, me perdoe! Estou
assustado.
— E você acha que eu não
estou? Eu os trouxe para Nova York, eu os trouxe para o perigo. Devia ter
ficado em Maui. Estávamos bem, felizes e seguros lá.
— Não fale isso.
— A culpa é minha! – me
desvencilho dos braços dele – A culpa é minha. – E corro para o quarto.
Dave Grant
— Drew, deixa ela. Você não
está bem também. A polícia já está procurando por ele.
— Ela precisa de mim.
— Não. Ela precisa de apoio. E
você não está em condições. Ligarei para Artie e os outros. Vá para o
escritório, para sala de TV. Deixe que providencio tudo.
— Mas pai...
— Você não disse que sei o que
é perder um filho? Então tenho experiência. Faça o que eu mando.
— Sim, senhor. Lisa, você
poderia...
— Não se preocupe. Ficarei com
ela.
Pego meu telefone e ligo para
Artie e informo a ele o que está acontecendo. Ele diz que irá fechar o
escritório e ligará para Penny e viriam direto para cá. Drew passa por mim,
sobe as escadas.
— Filho, deixa Emm sozinha. -
Ele não me responde.
Drew Grant
Entro em meu escritório. Sento
no sofá e fico olhando para a janela, mas não consigo ver nada. Minha mão toca
em algo. Pego o objeto.
— Um
celular?! De quem será? – Pergunto em voz alta.
Resolvo abrir e vasculhar para
descobrir o dono. O que vejo me assusta. Levanto-me enfurecido. Passo por meu
pai, ele fala algo, não entendo e não respondo. Vou em direção ao quarto. Passo
pelo corredor. Sinto que meu pai está me acompanhando.
Entro no quarto no rompante. Gritando.
— Como pode?
— O quê? – ela me responde no susto
— Como pode fazer isso? Colocar a vida de meus filhos em
risco?!?!
***
Nenhum comentário:
Postar um comentário